Linhas de peletização

Métodos de peletização: anel de água, fios e subaquático

24 de julho de 2026 · Leitura de 6 min

Rigid plastic pelletizing line

O método de corte afeta a forma do pellet, a degradação do polímero, a vida útil e o custo. A escolha depende do polímero, capacidade e pellet desejado. Veja uma comparação prática dos três sistemas.

Peletização por anel de água

As facas cortam na face da matriz enquanto um anel de água resfria os pellets. É padrão para filme PE/PP por funcionar bem com polímeros de baixa resistência no fundido. Gera pellets lenticulares ou esféricos, ocupa pouco espaço e requer manutenção moderada.

Peletização por fios

O fundido sai para um banho de água em fios longos e depois é cortado em pellets cilíndricos. Adequado para HDPE, PP homopolímero, ABS e PET, oferece geometria regular. Exige mais espaço, mas permite observar o processo diretamente.

Peletização subaquática

A matriz fica submersa e facas rotativas cortam diretamente na água, formando esferas quase perfeitas. É indicada para linhas acima de 1.000 kg/h e aplicações premium como rPET alimentício e compostos. Matrizes e cortadores de precisão elevam o custo.

Qual método para o seu material?

Para filme PE/PP, o anel de água equilibra custo, espaço e qualidade. Para flakes rígidos de HDPE e PP, os fios oferecem geometria consistente. Para grandes volumes ou pellets premium, o corte subaquático compensa.

ParâmetroAnel de águaFiosSubaquático
Formato do pelletLenticular / irregularCilíndricoEsférico
Capacidade típica200–800 kg/h100–1.000 kg/h500–3.000+ kg/h
InvestimentoMenorIntermediárioMaior
Melhor para PET?Menos indicadoEscolha mais comumLinhas de alta capacidade

Para a maioria das recicladoras de 100–800 kg/h, a peletização por fios entrega qualidade equivalente com custo total muito menor que o sistema subaquático.